quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Trajetórias e Territorialidades Negras - Parte II

Formada entre as cidades do Rio Grande e Pelotas, a religião do Batuque, ou Nação, assim como o Candomblé baiano ou o Tambor de Mina maranhense, é uma religião de culto de orixás, entidades de origem de nações africanas, em diálogo com o catolicismo popular brasileiro e seu culto aos santos, que são reelaborados. Percurso religioso que cria uma profusão de formas simbólicas coerentes na lógica de seus rituais de possessão e visão de mundo, na forma em que se estabelece o relacionamento entre homens e orixás.                                           
Alguidares usados para as oferendas aos orixás e entidades. 










Na Umbanda, uma religião brasileira de cruzamentos, reelaboração e síntese de diversas religiosidades, em que homens se relacionam cotidianamente com entidades e forças espirituais, a figa é um amuleto contra “mau-olhado”; os Exus Tiririca e Pomba-Gira Cigana são senhores das encruzilhadas e das agências transformadoras das vidas daqueles que os cultuam.





















*trecho retirado do Catálogo do Acervo Arqueológico e Etnográfico Museu Antropológico do Rio Grande do Sul

Catálogo do acervo arqueológico&etnográfico/Coordenação de Walmir Pereira.-Porto Alegre: Companhia Rio-grandense de Artes Gráficas (CORAG), 2012.








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